MEDICINA POPULAR - A Forma Natural de Cura

 

Contrariamente ao que julgam, a maioria dos médicos menos informados, a medicina popular, ou a medicina indígena, não é uma prática de ignorantes ou analfabetos que se aventuram em aplicar remédios. Ela representa e é a expressão de uma sabedoria milenar, registrada no inconsciente coletivo de um povo, nação ou região.

A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a valorização e a utilização dos recursos medicinais regionais, principalmente a medicina natural, devido ao seu caráter preventivo, simples, barato e sem efeitos colaterais, com os quais o povo se identifica.

As raízes culturais de um povo estão manifestadas nos seus curandeiros autênticos, nos raizeiros, nas rezadeiras, nas parteiras, que funcionam numa comunidade como verdadeiros agentes primários de saúde.

Se hoje as doenças tropicais, as doenças infectocontagiosas e degenerativas infestam também as regiões agrestes e rurais, isto se deve muito mais à expansão da mentalidade farmacológica e analítica da medicina do que à incapacidade dos curandeiros em administrar a situação de saúde das comunidades onde vivem.

Em termos de comparação, contudo, a qualidade de vida é bem melhor nas pequenas cidades, vilas e lugarejos, do que nos grandes centros e megalópolis do mundo, estas assistidas pela medicina mais sofisticada e de vanguarda.

Os pajés, curandeiros, parteiras e demais elementos sagrados de uma comunidade, quando comparados ao médico comum, parecem ter muito mais a ensinar do que  a aprender, uma vez que dispõem da magia da conexão intuitiva com as leis e os mais essenciais princípios da natureza.

 


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